O incêndio é simulado por uma vela, que cada robô tem que encontrar e apagar num curto espaço de tempo. Dentro de um labirinto, cada um tem que ir em busca do perigo, tal como um bombeiro de carne e osso.
Há sete anos que o cenário de repete na Guarda. O Robô Bombeiro já é um velho conhecido dos amantes da robótica e, este ano, volta a juntar estudantes de todo o país e de várias escolas – secundárias, profissionais e de Ensino Superior.
A organização está ao cargo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico da Guarda que, ano após ano, dá aos robôs construídos por estudantes uma oportunidade de mostrarem o que valem.
Dia 18, estarão 30 equipas no Pavilhão Municipal de S. Miguel. Há três competições distintas na jornada de robótica: a classe standard, a classe sénior e a classe de robôs com pernas. Haverá ainda prémios especiais. Todos os premiados recebem troféus e montantes que vão dos 100 aos 300 euros.
O Politécnico da Guarda, anfitrião da prova, e a Universidade de Aveiro são as instituições de Ensino Superior representadas na prova. Os estudantes da Guarda colocam em prova seis equipas (cinco na classe sénior e uma na classe de robôs com pernas). Os aveirenses competem na classe de robôs com pernas, com uma equipa, e outra ainda na classe standard.
O objectivo é fazer deste concurso uma oportunidade para os alunos de todo o país terem um contacto mais próximo com a ciência e a tecnologia. A organização quer ainda passar a mensagem de que, sendo os robôs tão cativantes para os mais novos, podem ser uma importante ferramenta pedagógica nas escolas.