Nanomedicina, nanoelectrónica, nanodispositivos e nanomateriais são as áreas de estudo que vão integrar o Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, inaugurado em Julho de 2009.
Esta tarde foi dado mais um passo para o arranque da investigação, com a assinatura do primeiro contrato de financiamento para equipamentos. 24 milhões de euros é o valor total do material que vai rechear uma das salas limpas do laboratório, que ocupa um espaço de 400m2.
Biochips e biosensores vão ser produzidos na sala, com o apoio dos vários parceiros do INL, nomeadamente a Universidade do Minho, a Universidade do Porto, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e o Politécnico de Bragança.
Os equipamentos, agora financiados, devem ser instalados entre Julho e Agosto. Ainda este mês, decorre o concurso para a instalação de outros materiais, nomeadamente os que vão rechear laboratórios centrais de microscopia electrónica, de caracterização de superfícies, de bioquímica, microfluídos e encapsulamento.
Hoje, na cerimónia de assinatura do contrato, esteve Mariano Gago, ministro do Ensino Superior, José Rivas, Director-Geral do INL e ainda o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, Carlos Lage.
O INL, fruto de uma parceria ibérica, quer afirmar-se na área da Nanotecnologia a nível mundial. Deve juntar cerca de 400 pessoas, entre investigadores, técnicos e doutorandos. Na inauguração oficial, em que estiveram presentes os mais altos representantes de Portugal e Espanha, o laboratório foi classificado como meio para colocar os dois países na “primeira linha da investigação global”.